P.S. Gabi, Bibs, Leãozinho, Todinho, entre outros apelidos ou apenas Gabrielle. Parabéns. Que Deus te dê juízo( que você precisa muito) e te ajude a realizar todos os seus sonhos. Sei que nem sempre entender os outros é fácil, pior ainda é nos entender. Espero que ele te dê bastante sabedoria também. Estou esperando sua autorização para postar um poema seu aqui no blog. Não vou parar de te encher a paciência até você deixar. Beijos coisinha maluca.
A paz invadiu o meu coração E foi ai que eu notei O que todos já haviam notado Não haverá bolo de aniversário O palhaço está cada vez mais gordo, Velho e chato Quase caduco, Mas nunca mendigando. Sempre de cara pintada Nem que seja pra borrar Quando ouvir uma verdadeira palma Acompanhando uma gostosa gargalhada Hoje ir á um circo é reviver o passado Sair dele é levar um murro no estomago O futuro passado não foi o melhor E ainda assim poderia ser pior Mas repleto de alegrias e amigos Está o passado No entanto amanhã ninguém Nenhuma alma vai lembrar Que o palhaço faz aniversário Ele já não espera parabéns Já não deseja dinheiro Ele não busca mais nada Agora que percebeu Que sua vida é uma grande piada De humor negro Bravo!!! Bravo!!! Marcos Matos
Mesmo tendo em nome profecia de ocaso, Hei de sobrepor a aflição, E entoarei meu canto de morte. Canto este que há de soar indigno e covarde, Em lugar de apiedante e cavalheiresco, Aos ouvidos dos guerreiros canibais.
No retorno ao meu povo, Meu cheiro me trai de tal forma, Que me leva de novo para o sacrifico, Do qual fui julgado imprestável.
Mas desta vez fui guiado pelo pai. As ofensas ao meu povo e a mim, Despertaram tal fúria que lavei com sangue, A honra Tupi.
Não com o meu, Mas com o sangue dos cruéis Timbiras. Que por um senso de nobreza; E honra tão impróprios fizeram um pai, Mal ver o filho, que só lhe tem amor. Marcos Matos
O vento me traz de volta O teu cheiro de chocolate. Descubro gravada em minhas pálpebras Aquela velha imagem, Daquela noite distante. O frio desta noite é intenso. Vejo teu espectro na janela, Olhando nossas constelações. Ao meu abraço, você se desfaz. Fecho os olhos novamente, Para rir de mim mesmo, Para mim mesmo, Este sorriso corretivo. E de violão no colo, E caneta na mão, Volto a escrever, Nessa jovem página amarelada.
Por mais que eu minta, Entendo sua recusa a abrir os olhos. Realmente fere. O risco é grande, e a promessa duvidosa. Mas algo espera na penumbra. A mão branca estende-se à espera da tua. O piano toca, Regido pela ausência dos teus dedos finos. O piano ainda toca, Regido pela ausência dos teus dedos finos. Mesmo de olhos eternamente fechados, Você pode sentir o vento que veio guiar-te. E que uiva em teus ouvidos, O convite da mão nevada; Que à espera entre as folhas que caem. Para unir o solstício de ti; Com o equinócio que precede-te, E habita nesta alma.